"It is the sixties, the utopian decade, Andre Courreges beats with the rhythm of a modern and dynamic youth. Haute Couture for the people: "Creating is imagining forms". Andre Courreges was the first to offer "mini" clothing that fit like a second skin, which was the basis of a new wardrobe. White and transparent, infinite and and spiritual - this is the art of Courreges. He created a new silhouette and his style is not only recognizable but remains a lasting reference in fashion history."
Sempre admirei André Courrèges, acho que toda aquela estetica, sempre foi exatamente o ponto de equilibrio, a formula certa que combina com aquilo que eu penso que seja a moda. Infelizmente nao temos nenhuma publicacao sobre ele, aqui no Brasil. Comprei recentemente um livro, que e bem dificil de encontrar, o Courreges (R$ 63.30, na Saraiva.com, - Editora Cliente Distribution Services).Sao apenas 79 paginas, e voce acaba ficando com aquela vontade de devorar muito mais paginas. Alem das fotos o livro traz um historico nas primeiras paginas sobre a vida e o trabalho do estilista> conceitos e ideias
Vale muito a pena. O livro dele e a prova que a moda e a arte usavel.
Título: Courreges
Autor: Guillaume, Valérie
Editora: Client Distribution Services
I.S.B.N.: 9782843236266
Edição : 2004/11/11
Idioma : Inglês
Número de Paginas : 79
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André Courrèges nasceu na cidade de Pau, França, em 9 de março de 1923. Sempre teve muito interesse em arquitetura e design, o que o levou a cursar engenharia civil na l`Ecole des Ponts et Chaussées (Escola de Pontes e Barragens).Em 1945, se transferiu para Paris e começou a trabalhar numa pequena casa de moda. No entanto, seu caminho no mundo da moda iria começar de verdade em 1949 ao conhecer o grande mestre da costura, o espanhol Cristóbal Balenciaga, com quem iria trabalhar por 11 anos. Foi nesse período que Courrèges realmente aprendeu a arte do design de moda, o que o preparou para abrir sua própria maison em 1961.Sempre ligado à arquitetura, talvez influenciado também por seu mestre Balenciaga - considerado o arquiteto da costura -, trabalhou suas coleções a partir de linhas retas, formas geométricas e um apurado equilíbrio técnico e artístico.Em busca de inovação, o estilista criou polêmica ao apresentar sua coleção de inverno em 1963, com o lançamento das pantalonas, calças que podiam ser usadas em todas as ocasiões pelas mulheres.No entanto, foi em 1965 que ele provocou a conhecida "revolução Courrèges" com uma coleção branca futurista, apresentada na primavera de 64 como "space age". O espírito jovem da época ficou imortalizado nas suas "moon girls", vestidas de branco e prata, cores fluorescentes e materiais sintéticos.Eram as idéias de tecnologia, viagens espaciais e futuro a inspiração para o look branco total, inclusive nas famosas botas sem saltos, de cano curto ou longo, usadas com as minissaias [é preciso esclarecer que foi Courrèges quem primeiro diminuiu o comprimento das saias a ponto de se tornarem minis, e não a inglesa Mary Quant, que na verdade foi quem as difundiu e popularizou] e mini-vestidos tubinho, tudo isso usado com óculos grandes.Um visionário da moda, Courrèges imaginava a mulher do ano 2000 usando materiais plásticos, andrógina e espacial. Não foi bem assim, mas seu grande acerto estava na idéia de conforto, como as calças e shorts para mulheres e os conjuntos completos em malha. Ele queria fazer roupas práticas, simples, valorizando as texturas e usando a malha como uma segunda pele, concretizadas nos macacões e collants. Sua constante busca pela luminosidade o fez usar quase sempre cores claras e tons pastéis.Seguiu-se em suas coleções a criação de vestidos brancos com detalhes em bege, terninhos em branco e prata, vestidos e casacos em formato trapézio com detalhes em cores contrastantes e macacões espaciais.Courrèges foi inovador, polêmico e fiel à sua idéia de modernidade. O grande nome dos anos 60 se transformou hoje em mito, sinônimo de genialidade.*





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