
Em matéria publicada na página online do The New York Times, mais precisamente no IHT, na seção Fashion & Style,no dia 13 de maio, o tema: o comportamento do homem pós-crise. Como esse homem vai se vestir no meio desse vai-e vem, que tomou conta da economia mundial? A que tudo indica todos os excessos serão condenados, sob os mais severos olhares.
Segundo o jornal, que cita como exemplo a capa da revista Esquire, que traz Zac Efron num look "...trim navy suit, blue gingham shirt and black knit tie, and you will get the gist", conforme define a revista na proposta para o novo vestir.
A moda masculina parece estar se saindo melhor nessa crise, do que a feminina. Segundo dados do NPD Group, que acompanha as vendas no setor, entre o período de fevereiro de 2008 a fevereiro de 2009 a venda de roupas masculinas que custam mais de US$ 100 representaram cerca de 4,3% do total, um número bastante expressivo considerando a influencia das grandes lojas de departamento no setor de varejo, que praticam o "fast fashion"."I don’t want to look like a banker anymore"

Parece ser esta a frase que mais combina com a necessidade do homem, do "executivo intra-crise". O estilo parrudo, pinguim, aquele velho uniforme, a padronização, caiu junto com os papéis podres do mercado financeiro. O novo vestir pede uma visita no guarda roupa, resgate do passado. Conforme podemos notar, pelas fotos do editorial, vemos um homem revisitado. Na verdade é um estilo que sempre existiu, mas nunca recebeu a alcunha de costume de justificação do poder/cargo ocupado.

Parece ser esta a frase que mais combina com a necessidade do homem, do "executivo intra-crise". O estilo parrudo, pinguim, aquele velho uniforme, a padronização, caiu junto com os papéis podres do mercado financeiro. O novo vestir pede uma visita no guarda roupa, resgate do passado. Conforme podemos notar, pelas fotos do editorial, vemos um homem revisitado. Na verdade é um estilo que sempre existiu, mas nunca recebeu a alcunha de costume de justificação do poder/cargo ocupado.
Não existe mais a necessidade de uniformização, abriu-se o leque de opções. Um executivo americano observa que numa reunião recente que esteve, todos estavam vestidos de formas muito diferentes, o que não aconteceria se fosse a um ano atrás. Hoje, as pessoas começam a pensar sobre a forma de vestir, o que necessariamente está simbolizando o seu envolvimento com toda a situação que está ocorrendo. Criando assim a linha tênue entre a participação e a alienação.
Para terminar a matéria, o jornalista DAVID COLMAN completa: "Oddly, it may seem silly to change your style amid so many pressing concerns, especially when donning a suit and white shirt is far easier than trying to figure out something casual yet elegant yet sporty yet professional. Still, if a change of clothes is all you need, you’re not doing so bad.

Ou seja, nesse período, que segundo os especialistas podem durar décadas, levando em consideração que a crise de 1929, teve um período de 22 anos para que o mercado se acalmasse, o que importa realemente é valorizar o estilo pessoal, a diversidade. Nunca o mandamente consumo consciente esteve tão em voga. O que os mais críticos falavam desde os anos 90, ápice do individualismo, do consumismo, da megalomania, vêm a tona, e agora sabemos realmente o que tudo isso significa.

Ou seja, nesse período, que segundo os especialistas podem durar décadas, levando em consideração que a crise de 1929, teve um período de 22 anos para que o mercado se acalmasse, o que importa realemente é valorizar o estilo pessoal, a diversidade. Nunca o mandamente consumo consciente esteve tão em voga. O que os mais críticos falavam desde os anos 90, ápice do individualismo, do consumismo, da megalomania, vêm a tona, e agora sabemos realmente o que tudo isso significa.







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